segunda-feira, 28 de novembro de 2016

Quinze empresas agiam em fraudes para superfaturar e vencer licitações

Coletiva do Ministério Público detalhou operação na manhã desta segunda-feira (Foto: Rafael Teles/G1)
Coletiva do Ministério Público detalhou operação na manhã desta segunda-feira (Foto: Rafael Teles/G1)

Quinze empresas do ramo de impressos gráficos cometiam fraudes em licitações públicas, que foram desvendadas durante operação "Quali", realizada pelo Ministério Público do Estado da Bahia (MP-BA), na manhã desta segunda-feira (28). De acordo com o órgão, o grupo atuava há 20 anos, período em que conseguiu vencer uma série de licitações de forma fraudulenta e articulada, com preços superfaturados em órgãos públicos estaduais e municipais.
Das sete prisões temporárias, seis aconteceram em Salvador, e uma em Aracaju. De acordo com o MP-BA, o suspeito preso em Aracaju deixou a capital baiana na noite de domingo (27) com objetivo de participar de uma nova licitação para impressos gráficos.
A prisão temporária tem duração de cinco dias, podendo ser renovada por mais cinco. Apenas uma das prisões programadas dentro da operação não aconteceu porque o suspeito não estava no imóvel visitado.
Ainda de acordo com o MP-BA, o nome da operação faz referência a uma das empresas envolvidas no esquema.O número de órgãos que foram alvos das fraudes, e as empresas que participavam do esquema não foram divulgadas porque, segundo o MP, a investigação ainda está em curso.

As informações do G1 Bahia

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